A Era do Egoismo Terminou

28.10.11

 

Uma nova história nasce todos os dias a todos os minutos, Agora no momento em que existimos e sabemos quem Somos.

Neste momento em que as mudanças são demasiado evidentes para ignorarmos sabemos, felizmente, que o Código é o Amor.

Energéticamente, somos Um, em Luz e AMOR pertencemos ao Todo Divino e Próspero... A falência dos velhos costumes Acontece... Mas nós, não estamos falidos, nós encontrámos a abundância e o fio que nos conduz a um novo Mundo, onde já não estamos sós e essa Verdade eleva-nos a algo Maior, Eterno e Infinito.

O Mundo antigo desaba e ainda existe o medo de desabar com ele... famílias inteiras padecem de carência física, falta de dinheiro, economicamente, muitos fracassam e sentem que o Sonho acabou.

Mas não... o sonho torna-se REAL. Sabíamos que não é mais possível viver com os antigos hábitos, com os excessos consumistas e o isolamento a que a sociedade moderna nos acostumou. Julgamo-nos impotentes perante a crise que não acaba e o desaparecimento súbito de antigas muletas a que nos acostumámos por ignorância e facilitismo. Sabíamos que estava errado, que o Planeta não poderia suster esses parâmetros de vida por muito mais tempo, mas continuamos as nossas vidinhas fáceis de consumo e egoísmo cego...

Agora chegou o momento de acordar e por em prática o que sabemos, bem cá dentro que está correcto, abrir o coração e deixar o medo de lado. Unir para expandir.

Surge, finalmente, o momento em que teremos de abandonar o ego e juntar os corações em prol de um bem Maior. É necessário unir para construir uma vida socialmente, culturalmente, espiritualmente, saudável e sustentável. Só possível em comunidade.

Vocês são necessários, fundamentais... os campos estão abandonados, as crianças anseiam por novos padrões e hábitos evolutivos, as antigas doutrinas afundam. Já não estamos felizes nos empregos, as crianças abominam as escolas, os professores já não sabem como ouvir e partilhar...os amigos

perdem-se no tempo e no vazio, nascem os desejos de coisas, que apenas servem para preencher momentos de vazio em vazio.

O que nos preenche? O que nos anima? O que nos dá energia e alimenta?

O AMOR, a Partilha, a natureza, a Comunidade, a criatividade e o Objetivo Global de elevar uma civilização e um maravilhoso planeta...

integrando-nos, unindo-nos, respeitando as diferenças, abraçando novos desafios... sorrindo e acreditando.

O Mundo não está a acabar.. O Novo Mundo esta a nascer e Nós somos os seus criadores.

Não é difícil, não é impossível, apenas temos de nos unir... o Universo sustentará quem se integrar e abrir para a partilha, sem bloqueio.

A Nova comunidade surge, procura e segue os sinais, atrairás as pessoas que quererão em conjunto concretizar o mesmo sonho. Segue a tua intuição e mãos à obra.

Construir abrigos, plantar e semear, implementar energias renováveis, criar novas escolas, centros culturais e de festa, fomentar a amizade e a auto-evolução, ter a coragem de aceitar a diferença e lutar pela sua concretização. Vamos conseguir... tenho a certeza...

 

 

AMOR e LUZ

FONTE: http://uniaodasluzes.blogspot.com

Retirado do Blog Anuea http://anuea.org/web/  

publicado por Yaleo às 20:40

Filósofo Fernando Savater: sobre a indisciplina

23.10.11
Aumento da violência nas escolas reflecte crise de autoridade familiar
Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam hoje que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores. 
Os participantes no encontro 'Família e Escola: um espaço de convivência', dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.
'As crianças não encontram em casa a figura de autoridade', que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.
'As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa', sublinhou.
Para Savater, os pais continuam 'a não querer assumir qualquer autoridade', preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos 'seja alegre' e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores.
No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, 'são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os', acusa.
'O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar', sublinha.
Há professores que são 'vítimas nas mãos dos alunos'.
Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que 'ao pagar uma escola' deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão 'psicologicamente esgotados' e que se transformam 'em autênticas vítimas nas mãos dos alunos'.
A liberdade, afirma, 'exige uma componente de disciplina' que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade.
'A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara', afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, 'uma oportunidade e um privilégio'.
'Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina', frisa Fernando Savater.
Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que 'têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos'.
'Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia', afirmou.
Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que 'mais vale dar uma palmada, no momento certo' do que permitir as situações que depois se criam.
Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres.
publicado por Yaleo às 12:00

Choque com governo

16.10.11

Precários, reformados, jovens, pessoas de meia-idade, idosos, crianças, famílias inteiras, constituíram os milhares de pessoas que desfilaram do Marquês de Pombal à Assembleia da República (AR), ‘indignados’ com o sistema político e financeiro.

15 de outubro fica marcado pela indignação do povo português. A democracia saiu à rua com protestos justificados, contra o combate à precariedade, ao desemprego, à corrupção, entre outras exigências que querem ver traduzidas em mais e melhor democracia. Estamos a caminhar para uma ditadura, em que o professor não pode reclamar das suas más condições de trabalho, em que um polícia precisa de alcançar metas estabelecidas para não ser ele o mau da fita, em que o juíz terá de trabalhar horas extraordinárias sem ser remunerado, em que o advogado terá de adiantar dinheiro para ajudar o carenciado, que muitas vezes vive melhor que o próprio advogado, em que o rendimento mínimo continua a ser dado a quem simplesmente não quer trabalhar, em que o operário fabril transpira o dia todo para o patrão viajar…tudo isto com a apresentação do novo orçamento de estado, fez despoletar a indignação. E os político? Esses não fazem sacrifícios, usufruem de bons carros, boas casas, boas fatiotas, ajudas de custo, viagem pagas e passadeira vermelha para não sujar as solas dos sapatos requintados e de grandes estilistas estrangeiros. São simplesmente uns fascistas incompetentes, sem escrúpulos.

Por que razão se vão cortar os subsídios à função pública, que está penalizada em 3,5% no seu vencimento e se insiste em manter rendimentos mínimos a quem não quer trabalhar? Por que razões se retiraram funcionárias às escolas, se reduzem o tempo efetivo de trabalho nas auxiliares, se vai aumentar o número de alunos por turma e deixar professores no desemprego, diminuir o apoio às crianças com dificuldades, estabelecer regras criteriosas, horríveis, como não dar ajuda pedagógica a uma criança com dificuldades caso a turma não usufrua de mais de 16 alunos, dar autonomia aos agrupamentos mas ao mesmo tempo cortarem-lhes as pernas…mas querem aumentar meia hora de trabalho efetivo no privado? Por que razão se retiraram abonos de família e se mantêm ajudas de custo a políticos com casa própria e ordenados chorudos? Afinal a casa constrói-se pelos alicerces ou pelo telhado?

A soberania é do povo, está na hora dos governantes ouvirem o povo, o seu descontentamento. Força a todos os que estão na luta…não podemos aceitar estas medidas, sentados a olhar o televisor como se o vizinho resolvesse por nós. É preciso mostrar descontentamento e dizer BASTA! Vamos todos para a rua, vamos dar as mãos e mostrar que o povo não quer ser governado por hipócritas, ladrões e desgovernantes.Rosa Familiar

 

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publicado por Yaleo às 13:18

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